Convocação dos músicos da paróquia
Atenção músicos da paróquia.
Ensaios dia 06 e 15/03 as 20h para missa do dia 18/03 de abertura das pastorais com Dom Dadeus Grings.
Maiores informações na secretaria da paróquia.
Pe. Alexsandro Mello
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Horário das missas de Janeiro e Fevereiro 2012
24 dezembro, 2011 por andreo Categoria Destaque, Horário das Missas
Igreja N. Sra. da Boa Viagem
Quarta-feira: 19h
Sábado - 17h
Domingo - 19h
Primeira Sexta-feira - 19h com adoração ao Santíssimo a partir das 14h
Igreja N. Sra. do Perpétuo Socorro
Domingo - 10h
Igreja N. Sra. Rainha da Paz
Primeiro e Terceiro Sábado do mês - 18h30min
Igreja Santo Antônio
Segundo Sábado do mês - 15h30min
Real significado da Páscoa
Páscoa (do hebraico
Pessach) significa passagem. É uma grande festa cristã para nós, é a maior e a mais importante festa. Reunimo-nos como povo de Deus para celebrarmos a Ressurreição de Jesus Cristo, Sua vitória sobre a morte e Sua passagem transformadora em nossa vida.
O Tempo Pascal compreende cinquenta dias a partir do domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes, vividos e celebrados com grande júbilo, como se fosse um só e único dia festivo, como um grande domingo. A Páscoa é o centro do Ano Litúrgico e de toda a vida da Igreja. Celebrá-la é celebrar a obra da redenção humana e da glorificação de Deus que Cristo realizou quando, morrendo, destruiu a morte; e ressuscitando, renovou a nossa vida.
Foi com a intenção de celebrar a Páscoa de Cristo que, desde os primórdios do Cristianismo, os cristãos foram organizando esta bela festa. Mas a partir de muitas propagandas midiáticas e de muitos outros costumes da nossa sociedade, vemos, sem dúvidas, que essa bela intenção foi se perdendo. Para muitos a Páscoa virou sinônimo de um “feriadão” ao lado de muitos outros feriadões, com o único objetivo de quebrar a monotonia da vida; com intenções e modos que não expressam os reais valores e sentidos da grande festa que é a Páscoa.
Em muitas casas, a Páscoa é vivida de forma paganizada e estragada pelas bebidas e orgias desse mundo, sem um mínimo de senso religioso ou moral; ou como um mero folclore, um mero tempo para viajar, comer chocolates e descansar de suas fadigas. Assim, um tempo que nasceu para construir laços familiares e renovar a nossa sociedade com valores perenes, acaba não atingindo o seu objetivo.
As confraternizações, os alimentos específicos e muitos outros costumes são importantes e nos ajudam a celebrar a Páscoa, mas não podem nos desviar do seu principal e essencial sentido. Hoje, temos uma geração que não entende nada do verdadeiro sentido da Páscoa, mas devemos celebrá-la bem – nós que não nos fechamos às suas origens e sabemos que ela é mais do que um “feriadão”; é uma “grande semana” na qual vivenciamos os mistérios da vida de Cristo e os mistérios da nossa própria vida.
Todos nós cristãos devemos, hoje, nos comprometer em nos mantermos fiéis às nossas origens e celebrarmos o sentido original, belo e profundo da nossa maravilhosa festa, que é a celebração da Ressurreição do Senhor. Que nossas boas obras e nossas vozes, em cada canto das nossas cidades, possam levar a alegria do Ressuscitado; sobretudo aos pobres, doentes, distanciados e a todas as pessoas, pois são amadas pelo Pai.
Irradiemos ao nosso redor a esperança e a certeza da presença de Cristo Ressuscitado. Que se encha nosso olhar de luz, como os das mulheres que viram o sepulcro vazio e o Filho de Deus ressuscitado (Mt 28). Que possamos também nós, numa só fé, exclamar como elas “o Senhor Ressuscitou, aleluia”.
Fonte: Pe Geraldinho - Com. Canção Nova
Arquidiocese de Porto Alegre promove encontro de formação Bíblica para presbíteros e diáconos
A Comissão Arquidiocesana de Animação Bíblica proporcionará para presbíteros e diáconos da Arquidiocese de Porto Alegre o Encontro de Formação Bíblica 2011. Os organizadores estão preparando cada encontro de formação com o intuito de proporcionar a todos os participantes um momento forte de crescimento na compreensão e, sobretudo, de vivência da Palavra.
Para que mais pessoas possam participar, são várias possibilidades de data e local, conforme cronograma abaixo:
28 de fevereiro a 04 de março / Casa Tiberíades - Cidreira
21 a 25 de março / Seminário São José - Gravataí
25 a 29 de abril / Seminário São José - Gravataí
13 a 17 de junho / Seminário São José - Gravataí
25 a 29 de julho / Centro de Pastoral – Poa
29 de agosto a 02 de setembro / Centro de Pastoral - Poa
03 a 07 de outubro / Casa Tiberíades – Cidreira
Cada encontro começará com um jantar na segunda-feira e será concluído ao meio dia da sexta-feira, e o investimento previsto para cada um é de R$ 200,00. As vagas são limitadas, sendo 30 para presbíteros, e três para diáconos permanentes, por encontro.
Inscrições e informações com Flaviana, secretária do Centro de Pastoral pelo fone (51) 3222.3988
Fonte: Site da Aquidiocese de Porto Alegre
Frei Jaime Spengler é ordenado bispo e reafirma compromisso de ser “testemunha do Crucificado”!
São Paulo (SP) - O Papa Bento 16 anunciou nesta quarta-feira (10/11) a nomeação de Frei Jaime Spengler, frade desta Província da Imaculada Conceição do Brasil, como bispo auxiliar para a Arquidiocese de Porto Alegre (RS). Aos 50 anos, Frei Jaime será ordenado bispo no dia 5 de fevereiro, na sua cidade natal, Gaspar, em Santa Catarina, pelas mãos do Núncio Apostólico do Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, tendo como coordenantes o arcebispo de Porto Alegre, D. Dadeus Grings, e o bispo da Prelazia de São Féliz do Araguaia, D. Leonardo Steiner.
A celebração acontecerá na Matriz de São Pedro Apóstolo, às 9h30. Para o povo será também um momento de muita festa, já que no próximo ano a igreja estará completando 150 anos de sua fundação. A data da posse ainda não foi definida.
Frei Jaime Spengler nasceu em Gaspar no dia 6 de setembro de 1960 e seu ingresso na Ordem dos Frades Menores se deu no dia 20 de janeiro de 1982, quando foi admitido no Noviciado de Rodeio, cidade vizinha da sua. Professou solenemente na festa da Imaculada Conceição, no dia 8 de dezembro de 1985, e foi ordenado presbítero no dia 17 de dezembro de 1990. De 1991 a 1995 foi mestre dos postulantes e professor no Seminário Frei Galvão. Em Roma, fez o doutorado de filosofia na Pontifícia Universidade Antonianum. Foi vice-reitor e professor do Instituto Filosófico São Boaventura, em Campo Largo (PR).
Agora, Frei Jaime é o 10º frade desta Província da Imaculada em atividade como bispo. Neste ano, ele assumiu como pároco e guardião da Fraternidade de Bom Jesus dos Perdões, em Curitiba, além de ser o vice-presidente da Associação Franciscana Bom Jesus e trabalhar como professor no Curso de Filosofia.
Frei Jaime será o 13º bispo-auxiliar de Porto Alegre
A Diocese de São Pedro do Rio Grande do Sul, desmembrada da Diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, foi criada em 7 de maio de 1848 pela Bula “Ad Oves Dominicas”, do Papa Pio IX. Em 15 de agosto de 1910, pela Bula “Praedecessorum Nostrorum” do Papa São Pio X, a Diocese foi dividida em quatro circunscrições eclesiásticas, sendo criadas as dioceses de Pelotas, Santa Maria e Uruguaiana, e Porto Alegre foi elevada à condição de Arquidiocese. Todas essas dioceses e a Arquidiocese celebraram no último mês de agosto o centenário de criação. Dom Dadeus é o sexto arcebispo e Frei Jaime será o 13º bispo-auxiliar.
A Arquidiocese de Porto Alegre está situada numa área de 13.530 km², abrangendo 29 municípios e uma população de 3.227.700 pessoas. Está organizada em cinco regiões episcopais ou vicariatos (Porto Alegre, Canoas, Guaíba, Gravataí e Cultura) e 155 paróquias (744 comunidades), das quais 32 são atendidas por religiosos e 83 estão na cidade de Porto Alegre. Para fazer todo o atendimento religioso, há 174 sacerdotes, 47 diáconos e 2.738 catequistas. Os religiosos somam 44 congregações femininas e 19 masculinas, sendo 3 congregações masculinas de religiosos leigos.
A padroeira da Arquidiocese de Porto Alegre é Nossa Senhora Mãe de Deus, que também é padroeira da cidade de Porto Alegre, desde o dia 18 de janeiro de 1773.
Fonte: Site Franciscanos.org
ATENÇÃO: Nosso pároco, Pe. Sandro, está de volta!! Seja Bem-vindo!!
Informamos que hoje retornou à nossa paróquia nosso querido e amado Pe. Sandro, que estava desde o dia 17 de agosto o afastado de suas atividades por um problema de saúde.
Na missa das 10h, na Igreja do Perpétuo Socorro, as primeiras palavras dele foram: “Estou vivo!” Todos imediatamente o saudaram com uma salva de palmas. Em seguida, o Pe. Sandro disse que foi liberado pelos médicos para retornar moderadamente às suas atividades, pois o tratamento para o seu problema de saúde deve durar até fevereiro/2011. Disse ainda que, em função destas recomendações o Diácono Valdecir que já vinha nos auxiliando nos últimos tempos, continuará ao lhe apoiar em suas atividades pastorais, até que esteja completamente recuperado.
Por último ele agradeceu as orações de todos e pediu que continuemos rezando para que ele continue se recuperando o mais rápido possível.
Por isso, pedimos que todos continuem rezando, agora mais do que nunca, para o pronto reestabelecimento do nosso pároco e amigo, Pe. Sandro.
OUTUBRO, MÊS DO ROSÁRIO
Outubro é o mês de Nossa Senhora Aparecida, é, ao mesmo tempo, mês de Nossa Senhora do Rosário, bem como é o mês de Nossa Senhora Mãe Rainha. Outubro é, como maio, um mês de Maria, ela que é a aurora da salvação, ela que é a missionária por excelência, ela que, com toda a disponibilidade, nos trouxe o Filho de Deus, o nosso Salvador.
Em suas diversas aparições a pessoas de fé, no decorrer da história do mundo, Maria sempre nos alertou e alerta sobre as misérias mundanas que podemos evitar, sanar, combater. E um pedido constante dessa nossa mãe celeste é a oração.
O rosário é uma oração popular e, justamente por ser popular, é agradável a Deus e, como Maria é nossa medianeira, a oração do rosário, com piedade, com fé, é uma alavanca que conseguirá levantar o mundo, libertando-o de tanta miséria e violência.
História
No ano de 1214 - segundo narra o Bem-aventurado Alain de la Roche, em seu famoso livro intitulado De dignitate Psalterii - vendo São Domingos que os crimes dos homens criavam obstáculos à conversão dos albigenses, entrou num bosque de Toulouse e nele passou três dias e três noites em contínua oração e penitência, não cessando de gemer, de chorar e de macerar o seu corpo com disciplinas para acalmar a cólera de Deus até cair meio morto. Nesse momento, a Santíssima Virgem, acompanhada de três princesas do Céu, lhe apareceu e disse:
- “Sabes tu, meu querido Domingos, de que arma se serviu a Santíssima Trindade para reformar o mundo?”
- Ó Senhora! respondeu ele, Vós o sabeis melhor que eu, porque depois de vosso Filho, Jesus Cristo, fostes o principal instrumento de nossa Salvação.
Ela acrescentou: - “Sabei que a peça principal da bateria foi a saudação angélica, que é o fundamento do Novo Testamento; e portanto, se queres ganhar para Deus esses corações endurecidos, reza meu saltério”.
O Santo levantou-se muito consolado e abrasado de zêlo pelo bem destes povos, entrou na Catedral; no mesmo instante os sinos repicaram, pela ação dos anjos, para reunir os habitantes, e ao começar a pregação desatou-se uma espantosa tormenta; a terra tremeu, o sol se velou, osTERO_2…..jpg repetidos trovões e relâmpagos fizeram estremecer e empalidecer os ouvintes; e aumentou ainda o seu terror ao ver uma imagem da Santísssima Virgem, exposta em lugar eminente, levantar os braços três vezes ao Céu para pedir a Deus vingança contra eles se não se convertessem e recorressem à proteção da Santa Mãe de Deus.
O Céu queria por meio destes prodígios aumentar a nova devoção do santo Rosário e fazê-la mais notória. A tormenta cessou por fim, pelas orações de São Domingos. Continuou ele seu discurso e explicou com tanto fervor e entusiasmo a excelência do Rosário, que os habitantes de Toulouse o abraçaram quase todos, renunciando a seus erros, vendo-se em pouco tempo uma grande mudança na vida e nos costumes da cidade.
No Rosário são rezadas as seguintes orações:
A meditação do Rosário começa com o Sinal da Cruz, evocação da Santíssima Trindade, princípio e fim de nossa fé.
Em seguida, o Credo que nos convida a meditar sobre os principais artigos de nossa fé.
Antes de iniciar os mistérios, temos um conjunto de quatro orações iniciais - um Pai Nosso e três Ave Maria que é um momento de petição e oferecimento da oração do Rosário que está sendo iniciada.
O Rosário é composto por mistérios, organizados conforme a maneira que se propõe a reflexão sobre a história da Salvação. Assim é que teremos cinco mistérios gozosos (ou da alegria), cinco dolorosos, cinco gloriosos e, mais recentemente, os cinco mistérios luminosos.
Cada mistério é iniciado por um Pai Nosso seguido pela recitação de 10 Ave Maria e finalizado com um Glória ao Pai.
Após a meditação dos mistérios, finaliza-se o Rosário com a recitação da Salve Rainha, em louvor à Maria pelas graças concedidas com a oração que termina.
O Terço
O Terço é uma forma abreviada de se rezar o Rosário. Como o próprio nome diz, o Terço refere-se à terça parte do Rosário, ou seja, a meditação diária de apenas cinco dos conjuntos de mistérios propostos. Tradicionalmente, a meditação dos mistérios é realizada conforme os dias da semana, ou seja, para cada dia é proposto um conjunto de mistérios diferente.
A recitação do Terço é bastante comum na oração individual e comunitária. Famílias, grupos de oração e pastorais costumam reunir-se para rezar o Terço, marcando momentos de celebração e reflexão, sobretudo no mês de Maio, dedicado à Maria.
Meditação dos Mistérios
Roteiro para percorrer os mistérios da história da Salvação, com sugestões de leituras bíblicas que poderão auxiliá-lo na contemplação proposta por cada um.
A carta apostólica Rosarium Virginis Mariae, recentemente publicada, faz uma alusão à distribuição dos mistérios pelos dias da semana, assemelhando-a ao tempo litúrgico de uma forma bastante interessante. Diz o Papa João Paulo: “A distribuição pela semana acaba por dar às sucessivas jornadas desta, uma certa cor espiritual, de modo análogo ao que faz a Liturgia com as várias fases do ano litúrgico.”
Mistérios Gozosos ou da Alegria – Rezados às segundas e sábados
Primeiro Mistério: Contemplação do anúncio do anjo Gabriel à Maria
Leitura Bíblica: Lc 1, 26-39
Segundo Mistério: Contemplação da visita de Maria à sua prima Isabel
Leitura Bíblica: Lc 1, 39-45
Terceiro Mistério: Contemplação do Nascimento de Jesus
Leitura Bíblica: Lc 2, 1-15
Quarto Mistério: Contemplação da apresentação de Jesus no Templo
Leitura Bíblica: Lc 2, 22-39
Quinto Mistério: Contemplação da perda e do encontro de Jesus no Templo
Leitura Bíblica: Lc 2, 41-52
Mistérios Dolorosos – Rezados às Terças e Sextas-Feiras
Primeiro Mistério: Contemplação da agonia de Jesus no Horto das Oliveiras
Leitura Bíblica: Mc 14, 32-43
Segundo Mistério: Contemplação da flagelação de Jesus
Leitura Bíblica: Mt 27, 22-26
Terceiro Mistério: Contemplação da coroação de espinhos de Jesus
Leitura Bíblica: Mt 27, 27-32
Quarto Mistério: Contemplação de Jesus carregando sua cruz para ser crucificado
Leitura Bíblica: Lc 23, 20-32
Quinto Mistério: Contemplação da crucificação e morte de Jesus
Leitura Bíblica: Lc 23, 33-49
Mistérios Gloriosos – Rezados às quartas-feiras e aos domigos
Primeiro Mistério: Contemplação da ressurreição de Jesus
Leitura Bíblica: Mt 28, 1-15
Segundo Mistério: Contemplação da ascensão de Jesus aos céus
Leitura Bíblica: At 1, 4-11
Terceiro Mistério: Contemplação da descida do Espírito Santo sobre N. Senhora e os Apóstolos no Cenáculo
Leitura Bíblica: At 2, 1-14
Quarto Mistério: Contemplação da Assunção de Nossa Senhora
Leitura Bíblica: 1Cor 15, 20-23; 53-55
Quinto Mistério: Contemplação da coroação de Maria como Rainha do Céu e da Terra
Leitura Bíblica: Ap 12, 1-6
Mistérios da Luz – Rezados às quintas-feiras
Primeiro Mistério: Contemplação do Batismo de Jesus
Leitura Bíblica: Mc 1, 9-15
Segundo Mistério: Contemplação do primeiro milagre de Jesus: as bodas de Caná
Leitura Bíblica: Jo 2, 1-11
Terceiro Mistério: Contemplação do anúncio do Reino de Deus e do convite à conversão
Leitura Bíblica: Mc 1, 15
Quarto Mistério: Contemplação da Transfiguração de Jesus
Leitura Bíblica: Lc 9, 28-36
Quinto Mistério: Contemplação da Instituição da Eucaristia
Leitura Bíblica: Mc 14, 12-25
FONTES: Texto Pe. Wagner Augusto Portugal, do site Entreredes / Site Arautos.Org
Setembro: Mês da Bíblia

“Tua Palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho!”
(Salmo 119,105)
Bíblia Sagrada
Setembro é o mês da Bíblia. Este mês foi escolhido pela Igreja porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu no ano de 340 e faleceu em 420 dC). São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja.
A Bíblia é hoje o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e que está em quase todas as casas. Serve de “alimento espiritual” para a Igreja e para as pessoas e ajuda o povo de Deus na sua caminhada em busca de construir um mundo melhor.
“Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça ” (2Tm 3,16). A Bíblia foi escrita por pessoas chamadas e escolhidas por Deus e que foram inspiradas através do Espírito Santo. Ela revela o projeto de Deus para o mundo; serve para que todos possamos crescer na fé e levar uma vida de acordo com o projeto de Deus. Por isso, ela é a grande “Carta de Amor” de Deus à Humanidade.
A Palavra de Deus nos revela o rosto de Deus e seu mistério. Ela é a história do Deus que caminhou com seu povo e do povo que caminhou com seu Deus. A Bíblia tem uma longa história, desde nossos pais e mães da fé (Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó Lia e Raquel) passando por Moisés, pelos Profetas, até a vinda do Messias, e por fim a morte do último dos Doze Apóstolos quando foi escrito o último livro da Bíblia (o Apocalipse, escrito no final do I século). A Palavra de Deus demorou em torno de dois mil anos para ser escrita. Muitas pessoas fizeram parte desta história: homens, mulheres, crianças, jovens, anciãos… Por isso, podemos dizer que a Bíblia é um livro feito em mutirão.
Bíblia Sagrada
Passaram-se os tempos, os anos, mudaram muitas coisas, impérios cresceram e caíram, tantas idéias foram superadas, mas a Palavra de Deus continua “viva e eficaz” (Hb 4,12), pois “ela permanece para sempre” (1Pd 1,25). Embora o mundo busca outros caminhos, sempre existiram pessoas e comunidades que foram fiéis, que buscaram nas Palavras Sagradas a fonte para sua inspiração, para continuar vivendo e realizando o projeto de Deus.
Mais do que história, a Bíblia é portadora de uma mensagem. Ela é capaz de denunciar e anunciar. Ela denuncia as injustiças, os pecados, as situações desumanas, de pobreza, exploração e exclusão em que vivem tantos irmãos nossos. Foi isso que fizeram os Profetas e também Jesus Cristo em algumas ocasiões, pois toda situação de injustiça e pecado é contrária ao projeto de Deus. Mas a Bíblia é, sobretudo, um livro de anúncio. Ela proclama a boa notícia vinda de Deus: Ele nos ama e nos quer bem! Ele é o Deus que caminha conosco, que está ao nosso lado e nos dá força e coragem! Foi Deus que enviou ao mundo seu Filho Jesus Cristo. Ele veio nos trazer a Boa Notícia do Reino; veio nos trazer a Salvação, o perdão dos pecados. É através da fé em Jesus Cristo que nos tornamos filhos de Deus.
Na Bíblia encontramos textos para as diversas situações da vida. Ela ajuda a fortalecer a nossa fé; é útil na nossa formação, nos momentos de crises e dificuldades, na dor, na doença ou na alegria… Para todas as realidades encontramos textos apropriados.
Todos podemos e devemos ler, estudar e conhecer a Palavra de Deus. É certo que na Bíblia encontramos alguns textos difíceis. A Bíblia mesmo diz isso (veja 2Pd 3,16¸ At 8,30-31; Dn 9,2; etc). Certas passagens foram escritas dentro de uma realidade diferente da nossa. Precisam ser interpretadas e atualizadas. Por isso, quando não entendemos um texto, é melhor passar adiante, buscar outra passagem. O Pe. Zezinho nos ensina cantando: “Dai-me a palavra certa, na hora certa, do jeito certo e pra pessoa certa”. É recomendável fazer um curso, uma Escola Bíblica ou estudar em grupos. Tudo isso ajuda a entender melhor a Bíblia.
Na verdade, todo mês devia ser Mês da Bíblia; todo dia devia ser Dia da Bíblia. Por isso, a Bíblia não pode ser apenas um ornamento em nossa casa. A Palavra de Deus deve ser o nosso alimento de cada dia e buscar nela o sustento para a nossa vida.
Termino lembrando um texto bonito de São Paulo: “Tudo o que se escreveu no passado foi para o nosso ensinamento que foi escrito, afim de que, pela perseverança e consolação, que nos dão as Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15,4). Que neste mês da Bíblia, a Palavra que vem da boca de Deus nos anime, dê força e coragem e com isso sejamos cristãos da Esperança!
Alguns conselhos práticos para quem quer ler, conhecer e viver segundo a Bíblia:
* 1) Pedir sempre ajuda ao Espírito Santo, isto é, iniciar sempre com uma oração;
* 2) Começar pelos livros e textos mais fáceis, ou seja, os Evangelhos, Atos dos Apóstolos…;
* 3) Ler e meditar um texto por dia (não é a quantidade que importa, mas a qualidade);
* 4) Procurar descobrir o contexto em que o texto foi escrito, ou seja: por que e para quem o texto foi escrito;
* 5) Anotar na sua Bíblia os textos que mais chamam a atenção;
* 6) Quando encontrar textos difíceis, passar adiante, deixar estes textos para quando participar de um curso ou quando encontrar pessoas que podem ajudar a explicar;
* 7) Atualizar o texto para hoje: colocá-lo em prática na vida. Celebrar e rezar a Bíblia e a vida. Viver a Palavra!te
Fonte: Site Repórter de Cristo
Dia do Padre: Chamado para ser um servo de Deus, um sacerdote, um ‘pai’
Por Dom Demétrio Valentini
Bispo Diocesano de Jales (SP)
O Dia do Padre é celebrado oficialmente em 4 de agosto, data da festa de São João Maria Vianney, desde 1929, quando o Papa Pio XI o proclamou “homem extraordinário e todo apostólico, padroeiro celeste de todos os párocos de Roma e do mundo católico”.
Padroeiro é o representante de uma categoria de pessoas, cuja vida e santidade comprovadas estimulam a uma vida de fé em comunhão com a vontade de Deus. Tendo em vista essa explicação, vamos entender por que a Igreja o escolheu como exemplo a ser seguido pelos sacerdotes, na condução de seus rebanhos.
Esse santo homem nasceu na França, no ano de 1786, e depois de passar por muitas dificuldades, por conta das poucas habilidades, foi ordenado sacerdote. Mas o bispo que o ordenou acreditou que o seu ministério não seria o do confessionário, entendendo que sua capacidade intelectual seria muito limitada para dar conselhos.
Então, ele foi enviado para a pequenina Ars, no interior da França, como auxiliar do padre Balley, o mesmo que vislumbrou, por santa inspiração, seu dom de vocação, e por confiar nele o preparou para o sacerdócio. E esse pároco, outra vez inspirado, acreditou que o dom dele [São João Maria Vianney] era justamente o do conselho e o colocou servindo no confessionário.
Assim, padre João Maria Vianney, homem justo, bom, extremado penitente e caridoso, converteu e uniu toda Ars. Amado e respeitado por todos os fiéis e pelo clero da Igreja, sua fama de conselheiro correu por todo o mundo cristão. Assim, ele se tornou um dos mais famosos confessores da história da Igreja. Conhecido também como “Cura d’Ars”, mais tarde, foi o pároco da cidade, onde morreu em 1858, sendo canonizado em 1925.
Sem dúvida, São João Maria Vianney é o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: “Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes”. Ser padre é isso, exatamente a vida inteirinha do seu padroeiro.
Ele entende o chamado para ser um servo de Deus, um sacerdote, um “pai” (padre) à semelhança de Cristo, que amou e deu a vida ao povo pobre, simples e marginalizado. Nunca hesita. Tudo aceita, confia e acredita em Deus e na sua Providência, e caminha seguro para missão que lhe é designada.
A vida simples e a simplicidade dos ensinamentos Jesus Cristo são o fundamento do seu ministério, único parâmetro e exemplo a seguir. A sua tarefa é continuar a missão de Jesus Cristo, o único e eterno Sacerdote. É o padre, que através do Evangelho, leva os homens a Deus, pela conversão da fé em Cristo. Por isso, são pessoas que nascem com esse dom e, logo cedo ou no momento oportuno, ouvem o chamado de Deus para se consagrarem a servir à comunidade, nos assuntos que se referem a Ele.
Ser padre é ser “pai” de uma comunidade inteira. Como tal, é o homem da Palavra de Deus, da Eucaristia, do perdão e da bênção, exemplo de humildade, penitência e tolerância; o pregador e conversor da fé cristã. Enfim, um comunicador e entusiasta da Igreja, que luta por uma vivência cristã mais perfeita. Dessa Igreja missionária, que não sobreviveria sem o sacerdote, como indicou o próprio Jesus Cristo, seu fundador pela Paixão por nós.
Sua missão é construir comunidades, entender a alma humana e perdoar os pecados, evangelizar, unir e alimentar a comunidade pela Eucaristia. Entendem, como diz Lucas 21, 15: “Eu vos darei eloqüência e sabedoria, às quais nenhum de vossos adversários poderá resistir nem contradizer” , e são verdadeiras testemunhas da fé, por sua oração, sacrifício e coragem cristã.
Fonte: Site Canção Nova
Facebook da Paróquia



