História de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, ou Santa Maria do Perpétuo Socorro. O seu quadro é o mais conhecido em todo o mundo.
Pintado à maneira da Europa Oriental, leva o nome de “Ícone da Paixão“. Pertence, à escoa da Ilha de Creta, com influência italiana particularmente nos rostos dos personagens. Dali veio para Roma nos fins do séc. XV, trazido por um comerciante.
Durante três séculos, o quadro foi venerado na Igreja de S. Mateus, na Via Merulana, ao cuidado dos frades Agostinianos. Gastos pelo tempo, terá sido repintado pela escola italiana, no séc. XVIII. A Igreja situava-se não muito longe donde está, hoje, a Igreja de Santo Afonso. Quando o exército de Napoleão destruiu aquela, em 1798, o quadro desapareceu por uns 70 anos.
Em 1863, um sermão do jesuíta Pe. Blosi, despertou na cidade a lembrança do antigo quadro. O jovem Redentorista Pe. Marchi, que o conhecera na infância, informou o Superior Geral dos Missionários Redentorista, Pe. Mauron, a cuja residência pertencia a igreja de Santo Afonso.
Por mandato do Papa Pio IX o quadro foi levado para esta Igreja. Restaurado pelo pintor polaco Nowotny, foi, de novo, dedicado ao culto a 26 de abril de 1866. Segundo a tradição, o Papa Pio IX disse aos Redentoristas: “Fazei que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro seja conhecida e venerada em todo o mundo“. Assim aconteceu. Em 1994, o quadro foi examinado com as técnicas mais modernas e restaurado pelos especialistas do museu do Vaticano.
SIGNIFICADO: O quadro pertence aos íconos da Virgem Maria denominados “Virgem da Paixão“. O fundo em ouro é símbolo do Paraíso, onde a Virgem triunfa. Maria, ligeiramente inclinada para o Menino, em atitude tema, olha para os fiéis, oferecendo-lhes o Socorro, o Seu Filho. Na fronte de Maria, sobre o véu brilha a estrela de Belém: Ela leva-nos a Jesus. À direita de Maria, o Arcanjo S. Miguel mostra a lança e a esponja da Paixão de Cristo; à sua esquerda, o Arcanjo S. Rafael mostra a cruz de 3 braços, à maneira da Europa Oriental; o Menino Jesus, assustado à vista dos instrumentos da Sua futura Paixão, corre para o colo da Mãe, enlaçando as mãozinhas na sua mão direita.
No fundo do quadro aparecem várias abreviaturas gregas: de ambos os lados da cabeça de MAria: “Mãe de Deus“; à sua direita: “O Arcanjo Miguel“; à sua esquerda: “O Arcanjo Rafael“; e ao lado do menino Jesus: “Jesus Cristo”.
“Como o Menino Jesus que admiramos no venerando quadro, também nós queremos apertar a vossa mão direita. Não vos faltam nem poder nem bondade para nos socorrer. A hora atual é a vossa hora! Vinde, pois, em nossa ajuda, ó Mãe do Perpétuo Socorro. Amen” (João Paulo II)
ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO:
Ó Senhora do Perpétuo Socorro, mostrai-nos que sois verdadeiramente nossa Mãe obtendo-me o seguinte benefício: (faz-se o pedido) e a graça de usar dela para a glória de Deus e a salvação de minha alma.
Ó glorioso Santo Afonso, que por vossa confiança na bem-aventurada Virgem conseguistes tantos favores e tão perfeitamente provastes, em vossos admiráveis escritos, que todas as graças nos vêm de Deus pela intercessão de Maria, alcançai-me a mais terna confiança para com nossa Mãe do Perpétuo Socorro e rogai-lhe, com instância, me conceda o favor que reclamo de seu poder e bondade maternal.
Eterno Pai, em nome de Jesus e pela intercessão de nossa Mãe do Perpétuo Socorro e de Santo Afonso, peço-vos me atendais para vossa glória e bem da minha alma. Amém. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós.
Fonte: Site Canção Nova / Blog Ana Neri
Corpus Christi: Celebração Solene do Mistério da Eucaristia
No dia 03 de junho próximo, a Igreja Católica, em todo o mundo, comemora o dia de Corpus Christi. Nome que vem do latim e significa “Corpo de Cristo”.
A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia - o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.
“O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente” (Jo 6, 55 - 59).
Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.
Origem da Celebração
Sua origem está ligada a um milagre acontecido na Idade Média. O sacerdote Pedro de Praga fazia peregrinação indo à Roma. Nessa viagem, parou para pernoitar na vila Bolsena, não longe de Roma e se hospedou na Igreja de Santa Catarina. Na manhã seguinte, foi celebrar uma missa e pediu ao Senhor que tirasse as dúvidas que ele tinha em acreditar que Jesus estava presente na Eucaristia. Era difícil para ele acreditar que no pão e no vinho, estava o corpo de cristo. Na hora em que ergueu a hóstia, esta começou a sangrar (sangue vivo). Ele assustado, embrulhou a hóstia e voltou à sacristia e avisou o que estava acontecendo. O sangue escorria, sujando todo o chão no qual apareciam vários pingos. Isso foi informado ao Papa Urbano IV, que estava em Orvieto, que mandou um bispo a essa vila verificar a veracidade de tal fato. O bispo viu que a hóstia sangrava e o chão, o altar e o corporal (toalha branca do altar) estavam todos manchados de sangue. O bispo pegou as provas do milagre e voltou para mostrar ao Papa. O Papa, entretanto, sentia algo estranho e resolveu ir ao encontro do bispo. As carruagens se encontraram na Ponta do Sol e o Papa desceu de sua carruagem e ao ver todas as provas do milagre, ajoelhou-se no chão e se dobrou sobre aquela hóstia sangrando e exclamou: “Corpus Christ (Corpo de Cristo)!”
Até hoje, ainda existem essas provas do acontecido. Ai começou a ser celebrado o dia de Corpus Christi e todos passaram a acreditar que Jesus está presente na hóstia consagrada. Fizeram então, pela 1ª vez a procissão com o Cristo passando pela cidade e até hoje esse ritual acontece. Para acreditar tudo depende da nossa fé. Isso é um MISTÉRIO DA FÉ. Corpus Christi é Jesus presente na hóstia consagrada em corpo, sangue, alma e divindade. Ninguém vê Jesus na hóstia, mas acreditamos pela nossa fé
Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo” , estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.
No Brasil
No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.
A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.
Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.
Fontes: Site Canção Nova e Portal São Francisco
Páscoa: Feriadão ou grande Semana?
As chamadas da mídia não deixam dúvidas: Para muitos Páscoa virou sinônimo de “feriadão”, por excelência. Ao lado de outros feriadões resultantes de “esticadas” e “pontes” geniosamente criadas por quem deseja quebrar a monotonia da vida, o “feriadão” da Páscoa é sempre aguardado com ansiedade.
Ademais, é nessa época que, além das ofertas de viagens maravilhosas, todo tipo de peixe vem exaltado como sendo a única “obrigação” gostosa, resultante de um antigo mandamento da Igreja: não comer carne na sexta feira santa.
Tendo em vista esse contexto, onde um sempre maior número de pessoas parece ir se distanciando de suas origens, talvez não seja demais recordar a importância do mistério pascal não só para os cristãos mas para todas as pessoas que ainda conservam um mínimo de sensibilidade religiosa.
Antes de mais nada, embora agora inseparavelmente ligada à figura do Cristo que triunfa da morte, a Páscoa tem raízes muito antigas e muito profundas também para os israelitas. Cristo deu uma nova dimensão àquele mesmo mistério de um Deus Salvador que intervém na história humana para libertar seu povo de todos os tipos de escravidão. É o mistério de um Deus que caminha com seu povo seja através do deserto do Sinai, seja através dos desertos que de um modo ou de outro se fazem presentes na vida de todos os mortais. O importante é observar que esse Deus que caminha com a humanidade o faz sempre indicando uma mesma direção: a terra da promessa.
Foi tendo vivamente presente os acontecimentos da Paixão, morte e ressurreição de Cristo que desde os seus primórdios os seguidores dele passaram espontaneamente a celebrar a quinta, a sexta e o sábado que precedem a Páscoa da Ressurreição como o “tríduo pascal”. E com o tempo não se contentaram apenas com o tríduo, mas passaram a celebrar o que denominaram de “a grande semana”, que se inicia com o domingo de ramos.
Para quem acompanha com atenção a riqueza das celebrações litúrgicas, ficam evidenciados sentimentos contrastantes, mas que são aqueles que mais caracterizam a vida humana: angústia e esperança, tristeza e alegria. Claro que o tom dominante, mesmo da sexta feira da Paixão, é o da esperança e da certeza de que após a cruz vem a ressurreição.
Por fim, talvez não seja demais lembrar que muitas vezes as manchetes enganam, passando a impressão de que “todo mundo” abraça o feriadão, esquecendo o mistério pascal. E contudo, um olhar mais atento à realidade, não deixará de nos garantir que milhões e milhões de pessoas não deixam de “sintonizar” com a razão de ser dessa semana tão especial. Milhões de pessoas no Brasil e pelo mundo afora, através de um grande número de procissões e rituais diversificados, vai muito além do que aos olhos dos “leigos” distanciados de suas raízes religiosas e até mesmo culturais podem alcançar.
Não se trata de mero folclore, mas de uma expressão, ainda que por vezes confusa, de uma espécie de anseio humano de se reencontrar com as aspirações mais profundas do seu ser. Para quem vai além das aparências, até mesmo na busca do melhor peixe para a sexta feira santa, ou de um saboroso chocolate para a Páscoa, esconde-se a figura do Cristo estampada nas catacumbas e em monumentos religiosos através de sinais misteriosos. Os pagãos nada entendem, mas os que não se fecharam às suas origens ao menos intuem que a Páscoa é mais que um “feriadão”: é uma “grande semana” na qual vivenciamos os mistérios da vida de Cristo e os mistérios da nossa própria vida.
Visitas em nossa Paróquia
Tivemos a grande alegria de receber algumas visitas em nossa paróquia que vieram nos dar uma grande alegria. Tivemos a visita do seminarista Daniel Uberti e sua mãe Teresinha Uberti. Daniel é seminarista da Fraternidade Sacerdotal do Cenáculo na Arquidiocese de Niterói/RJ.
Também estiveram entre nós, do dia 11 à 15 de janeiro, o Arcebispo Metropolitano de Belé/PA, Dom Alberto Taveira, juntamente com o Pe. Paulo Ricardo, de Cuiaba/MT, pregador muito conhecido principalmente por suas pregações na TV Canção Nova, e o Pe. Eduardo Braga, mais conhecido por Pe .Dudu, da Arquidiocese de Niterói/RJ.
Tivemos a graça de ter a presença de Dom Dadeus Grings, nosso Arcebispo e Dom Alessandro Ruffinoni nosso Vigário Episcopal, na quarta feira (dia 13.01.2010), compartilhando um momento de alegria sacerdotal.
Na quinta feira, dia 14.01.201, fomos brindados com a visita do Pe. Picolli, pároco da Paróquia Santo Antonio dos Pão dos Pobres, em Porto Alegre/RS.
Sexta feira, dia 15.01.201, passarm aqui o Pe. Kadú, o Diácono Sérgio, ambos de Niterói/RJ, juntamente com o seminarista Dalvan, também de Niteroi/RJ, e o Gerson coordenador Arquidiocesano da RCC.
E neste fim de semana tivemos a alegria de receber o Pe. Beno Riether que trabalha na Alemanha e esta visitando os padres da União de Schoenstatt na América Latina.
Estatmos fazendo jus ao nosso lema, fazendo de nossa paróquia um lugar de acolhida, a fim de que todos que aqui venham possam dizer “É BOM ESTAR NESTE LUGAR” .
Um abraço!
Pe. Sandro
Férias com Deus e não sem Ele
Será que o Senhor aprovaria os locais que escolhemos para descansar?
Nas primeiras páginas da Bíblia, vemos um fato que não pode passar despercebido para quem pensa nesse assunto. Vemos ali como Deus nos apresenta, pelo exemplo, o que deveria ser nossa atitude para com o trabalho e para com o descanso. “No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação” (Gn 2, 2.3).
O Altíssimo não nos dá um exemplo de alguém que busca “sombra e água fresca”, Ele trabalhara muito fazendo com que a criação toda chegasse à existência. Mesmo que não precisasse tanto como nós de descanso após um esforço intenso, o Senhor nos mostra que o descanso tem o seu lugar. E mais ainda: Ele abençoa esse dia e o santifica. Mesmo sendo muito dedicado e esforçado, mesmo que não seja preguiçoso, o Todo-poderoso também não está viciado em trabalho e proporciona a si mesmo um momento de descanso.
O primeiro ensinamento a respeito de descanso e de férias é dado pelo exemplo de Deus, logo após a criação. Mas logo em seguida, nas próximas páginas da Bíblia, encontramos uma palavra de Deus a esse respeito, em forma de ordenação. “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles farás todos os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao SENHOR, o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades” (Ex 20, 8-10).
Certamente, Deus não faz nada sem propósito. Se Ele ordena que descansemos no sétimo dia, então, além de usarmos este dia para a glória do Criador, o Senhor está consciente do fato de precisarmos regularmente do descanso. O Novo Testamento nos diz que o nosso corpo é o templo de Espírito Santo. Diante disso é difícil de imaginar que Deus Pai queira para si um templo que esteja cansado e exausto. Isso não seria um lugar agradável para morar.
Virando várias páginas da Sagrada Escritura, chegamos ao Novo Testamento. Ali deparamos com um fato bem interessante com relação ao descanso e, por que não dizer, com relação às férias. “Os apóstolos reuniram-se a Jesus e lhe relataram tudo o que tinham feito e ensinado. Havia muita gente indo e vindo, a ponto de eles não terem tempo para comer. Jesus lhes disse: “Venham comigo para um lugar deserto e descansem um pouco” (Mc 6, 30.31). Os apóstolos acabam de retornar de um esforço missionário evangelístico. Além disso, recebem a notícia de que João Batista fora decapitado. O movimento em torno de Nosso Senhor Jesus Cristo estava tão intenso que nem mesmo há condições para alimentação adequada. Naquele momento, Cristo entra em ação com esta proposta brilhante: Ele afirma que devem procurar um lugar deserto, isto é, um lugar em que não haja tantas pessoas, um lugar que proporcione tempo e oportunidade de estarem a sós com Ele. Apesar do sucesso do Seu ministério, o Senhor está consciente de que precisa prevenir o estresse, como resultado de atividades tão intensas.
Ainda outro assunto é discutido na Bíblia e bem destacado. Lemos em Êxodo 20 que todos da unidade doméstica estariam incluídos no descanso regular semanal. Interessante notar ali também que inclusive os animais não deveriam fazer tarefa alguma no dia do descanso. Isso fez com que eu me desse conta de que o Criador prevê o descanso para a natureza. Veja, por exemplo, o que lemos em Levítico 25,2-5 “Diga o seguinte aos israelitas: Quando vocês entrarem na terra que lhes dou, a própria terra guardará um sábado para o SENHOR. Durante seis anos semeiem as suas lavouras, aparem as suas vinhas e façam a colheita de suas plantações. Mas no sétimo ano a terra terá um sábado de descanso, um sábado dedicado ao SENHOR. Não semeiem as suas lavouras, nem aparem as suas vinhas”. Assim como os homens e os animais precisam de descanso, a natureza também precisa dessa pausa e Deus já estabeleceu isso junto ao Seu povo.
Há mais um momento na vida de Jesus Cristo que merece a nossa atenção nesse contexto. Mesmo que anteriormente tenha estimulado o descanso ao levar os discípulos a uma viagem de recreação, o Senhor aponta agora que o repouso também pode ocorrer em hora errada. Ele diz aos Seus seguidores, ali no Getsémani, o seguinte: “Vocês ainda dormem e descansam? Basta! Chegou a hora! Eis que o Filho do homem está sendo entregue nas mãos dos pecadores” (Mc 14, 41). Há momentos em que não comportam descanso e ócio; é preciso adotar uma atitude bem diferente. Na realidade, não se pode indicar os momentos não apropriados para o descanso, mas certamente teremos a devida orientação por parte de Deus a respeito dessa questão.
Ciente de não ter esgotado esse pano de fundo para as férias e descanso, nós nos propomos agora a fazer algumas indagações e reflexões. Deus quer que tenhamos tempo para restaurar as forças físicas, mentais e espirituais. Nossa inquietação, no entanto, é o que nós chamamos de descanso, o que nós praticamos como descanso e que nós, por isso, encaramos como as bem merecidas férias. Estaria o Senhor contente com o repouso que praticamos? Ele convidou os discípulos para uma viagem de férias para estarem com Ele e terem tempo para estar em sintonia com o Filho de Deus. Será que planejamos as nossas férias para alcançar esse propósito?
Podemos nos perguntar também: “Será que Deus aprovaria os locais que escolhemos para descansar?” Os lugares mais badalados e também procurados são as praias e os balneários das termas. Será que esses lugares nos proporcionam descanso e restauração física, mental e espiritual? Uma vez que ali há um aglomerado tão grande de pessoas, sempre há alguma coisa acontecendo e nos convidando para envolvimento. Por outro lado, corre solta a sensualidade em todas as formas, ela parece ser o fator principal nesses “locais de férias”. Se formos honestos e atenciosos não descobriremos que, em vez de descanso, alcançamos algo bem mais forte em emoções e adrenalina e, por que não dizer, em estímulos sexuais? Como se isso não bastasse ainda, muitos ali ficarão com a autoestima tão abalada ao verem que o corpo não está dentro dos padrões de beleza estabelecidos por aqueles que procuram e desenvolvem os padrões de beleza em nossos dias. Toda a mídia se esforça a desenvolver um modelo de repouso que prevê e precisa que as férias sejam regadas a muita bebida alcoólica.
É mais do que evidente que em nossos dias realmente precisamos de férias, precisamos de descanso e precisamos “recarregar as nossas baterias”. O nosso esgotamento ocorre nas três áreas que já indicamos anteriormente: física, mental e espiritual. Muitas vezes, somos exigidos de forma tão vigorosa fisicamente que o corpo fica arrasado. Isso tem consequências sobre a mente e certamente também sobre a parte espiritual.
Outras vezes, e isso depende da nossa atividade, a mente é exigida tanto que afeta o corpo também e, em consequência disso, o nosso espírito. Já outras atividades exigem tanto do “coração e do espírito”, que nos deixam arrasados nessa área. E se estamos exaustos, este cansaço também afeta o corpo e a mente. Mesmo que teoricamente funcionemos em áreas, nós formamos um todo e o todo sofre com dificuldades em uma ou outra área. Dentro desse raciocínio deve-se ter uma inquietação: nossas férias facilmente se tornam o momento ou o período em que nós também damos férias a Deus? As coisas parecem estar tão perfeitas e gostosas que não precisamos do Senhor. Ou então dormimos tanto pela manhã para já não haver mais tempo para um período devocional antes de irmos aos passeios. Por outro lado, esses passeios nos cansam tanto que à tarde temos de ter aquela soneca gostosa. À noite, muitas vezes, acontece alguma festa com amigos ou parentes que estão no mesmo lugar e a hora fica avançada demais para ainda termos tempo para Deus. Dentro dessa linha uma pergunta: Será que Deus aprovaria o fato de darmos, em nossas férias, férias também para Ele?
Pe. Anderson Marçal
Fonte: Site Canção Nova
5ª Edição da Romaria da Paz
A Romaria da Paz é um evento da área Pastoral de Cachoeirinha, reunindo as 5 paróquias. Estamos já na quinta edição e queremos transmitir a cultura da Paz, baseados nas palavras de Jesus, já que ele é o autor da verdadeira paz. Celebramos este momento em consonância com o dia da padoreira do Brasil, Nsa. Sra. Aparecida, a qual levaremos em procissão. Neste dia também lembramos todas as crianças, principalmente aquelas que passam fome, frio, são exploradas e destituidas de sua dignidade.
Queremos neste dia convidar a todos para participar deste momento. Sairemos às 14h30min. das comunidades Boa Viagem, Perpétuo Socorro e Rainha da Paz, caminhando como Povo que acredita no sonho da Paz. Às 16:00, nosso Vigário Episcopal, Dom Alessandro celebrará a Santa Missa.
Conto com sua presença!!
Pe. Sandro
Cerco de Jericó
O Cerco de Jericó consiste num incessante “assalto” de rosários, durante sete dias e seis noites, rezados diante do Santíssimo Sacramento exposto.
Por que “Cerco de Jericó”? (Jos 6, 1-27)
No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse a Josué que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da terra prometida. Ora, a cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável.
Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas.
Josué e todo o Israel executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram…
O Santo Padre devia ir à Polônia a 8 de maio de 1979, para o 91º aniversário do martírio de Santo Estanislau, bispo de Cracóvia. Em fins de novembro de 1978, sete semanas depois do Conclave que havia eleito João Paulo II, a Rainha vitoriosa do santo rosário, Maria santíssima, deu uma ordem precisa a uma alma privilegiada da Polônia: “Para a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua pátria, deve-se organizar, na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora, um Congresso do Rosário: sete dias e seis noites de rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto.”
No dia da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1978), Anatol Kazcuck, daí em diante promotor desses Cercos, apresentou a ordem da Rainha do Céu à Monsenhor Kraszewski, bispo auxiliar da Comissão Mariana do Episcopado.
Ele respondeu: “É bom rezar diante do Santíssimo Sacramento exposto; é bom rezar o terço pelo Papa; é bom rezar em Jasna Gora. Podeis fazê-lo.”
Anatol apresentou também a mensagem de Nossa Senhora a Monsenhor Stefano Barata, bispo de Czastochowa e presidente da Comissão Mariana do Episcopado. Ele alegrou-se com o projeto, mas aconselhou-os a não darem o nome de “congresso”, para maior facilidade na sua organização.
Como esse “assalto” de rosários devia durar sete dias, e, tal como em Jericó, tinha-se certeza da vitória, deu-se-lhe o nome de Cerco de Jericó.
O padre-diretor de Josna Gora aprovou o projeto, mas não queria que se realizasse em maio por causa dos preparativos para a visita do Santo Padre. Dizia ele: “Seria melhor em abril.” “Mas a Rainha do Céu deu ordens para se organizarem esses rosários permanentes na primeira semana de maio”, respondeu o senhor Anatol.
O padre aceitou, recomendando-lhe que fossem evitadas perturbações.
A santíssima Virgem sabia bem que o Cerco de Jericó em maio não iria perturbar a visita do Papa, porque ele não viria. E, logo a seguir, as autoridades recusaram o visto de entrada no país ao Santo Padre, como tinham feito ao Papa Paulo VI em 1966. Consternação geral em toda a Polônia! O Papa não poderia visitar sua pátria.
Foi, então, com redobrado fervor, que se organizou o “assalto” de rosários. E, no dia 7 de maio, ao mesmo tempo que terminava o Cerco caíram “as muralhas de Jericó.” Um comunicado oficial anunciava que o Santo Padre visitaria a Polônia de 2 a 10 de junho.
Sabe-se como o povo polonês viveu esses nove dias com o Papa, o “seu” Santo Padre, numa alegria indescritível!
No dia 10 de junho, João Paulo II terminava sua peregrinação, consagrando, com todo o episcopado polonês, a nação polaca ao Coração Doloroso e Imaculado de Maria, diante de um milhão e quinhentos mil fiéis reunidos em Blonic Kraskoskic. Foi a apoteose!
Depois dessa estrondosa vitória, a santíssima Virgem ordenou que se organizassem Cercos de Jericó todas as vezes que o Papa João Paulo II saísse em viagem apostólica.
“O rosário tem um poder de exorcismo,” dizem nossos amigos da Polônia, “ele torna o demônio impotente.”
Por ocasião do atentado contra o Papa, em 13 de maio de 1981, os poloneses lançaram de novo um formidável “assalto” de rosários e obtiveram o seu inesperado restabelecimento.
Mais uma vez, as muralhas de ódio de satanás se abatiam diante do poder da Ave-Maria.
Em várias partes do mundo estão sendo realizados agora Cercos de Jericó.
A 2 de fevereiro de 1986, aquela mesma alma privilegiada recebia outra mensagem da Rainha vitoriosa do santo rosário: “Ide ao Canadá, aos Estados Unidos, à Inglaterra e à Alemanha para salvar o que ainda pode ser salvo.”
Nossa Senhora não pede, mas ordena que se organizem os rosários permanentes e os Cercos de Jericó, se queremos ter certeza da vitória.
Fonte: Rogai por nós, Santa Mãe de Deus
Editora Raboni – 9ª Edição
Acompanhe a 5ª Edição do Cerco de Jericó
Data: 08/09 - 20:00
Local: Igreja N. Srª do Perpétuo Socorro
A Igreja N. Sra. do Perpétuo Socorro em Cachoeirinha através de seu Pároco Pe. Alexsandro Mello, convida para o Cerco de Jericó a realizar-se de 06 à 13 de setembro de 2009, com inicio após a Santa Missa do dia 06/09. Haverá celebração diária da Santa Missa às 20h . (Exceto dia 10 que será as 16h).
Vocação para os ministérios e serviços na comunidade
Um dia para os catequistas e os ministérios leigos. No quarto domingo do mês vocacional lembramos-nos dos catequistas. Eles são, por vocação e missão, os grandes educadores da fé na comunidade cristã. Junto com eles, e tendo-os como símbolo e referência, recordamos hoje também todos os que na comunidade e na sociedade assumem ministérios e serviços. Na Igreja do Brasil temos um número muito grande de catequistas. São homens e mulheres que, cientes de sua responsabilidade cristã, assumem o serviço de educar e formar crianças, jovens e adultos, preparando-os não só para os sacramentos, de modo particular a eucaristia, mas para testemunhar com a própria vida a pessoa de Jesus e o seu Evangelho. Da catequese familiar e eclesial depende a maturidade da fé dos cristãos e a vivacidade e o testemunho da Igreja.
A vocação do catequista. Ser catequista é ter consciência de ser chamado e enviado para educar e formar na fé. Sabemos que há diversidade de dons e de ministérios, mas o Espírito Santo é o mesmo. Existem diversos modos de ação, mas é o mesmo Deus que age em todos e realiza tudo em todos. É assim que nos diz a Bíblia, a Palavra de Deus. Carisma é um dom do alto, que torna seu portador apto a desempenhar determinadas atividades e serviços em vista da evangelização e da salvação. Todo catequista tem um carisma e recebe este dom, que assume a forma do serviço da catequese na comunidade. É uma graça acolhida e reconhecida pela comunidade eclesial, que comporta estabilidade e responsabilidade. Ser catequista é uma vocação e uma missão.
A missão dos catequistas. Uma das preocupações fundamentais da Igreja hoje é a formação de seus agentes pastorais. Temos necessidade de muitos e santos evangelizadores. A vocação é essencialmente eclesial e está destinada ao serviço e ao bem da comunidade. A Igreja, como assembléia dos vocacionados à santidade, tem o compromisso e o dever de preparar adequadamente, seus filhos e filhos, para que realizem, com fé, amor e eficácia, o projeto de evangelização. Pela catequese a Igreja contribui para que cada batizado cresça, amadureça e frutifique sua fé. Sabemos que uma das tarefas mais importantes da Igreja é ajudar cada um a encontrar seu projeto de vida, a perceber o chamado de Deus. Catequistas bem preparados e cheios do Espírito de Deus podem trabalhar a dimensão vocacional no conteúdo e na metodologia da catequese, de forma que ela favoreça o despertar vocacional e o engajamento eclesial. Na própria formação dos catequistas deve-se contemplar a dimensão vocacional.
Apoiar e incentivar os catequistas. Que riqueza imensa ter na comunidade muitos e santos catequistas. Com seu empenho e compromisso contribuem também para a preparação das novas gerações de batizados. Eles são pais, mães, irmãos, irmãs, amigos, das crianças, dos adolescentes, dos jovens, dos adultos. Estabelecem relações de amizade e afeto, de confiança e credibilidade. Através dos catequistas a Igreja expressa sua missão de anunciar a pessoa de Jesus e o seu Reino. Hoje é dia de rezar por esses homens e mulheres que, apesar de todos os outros compromissos familiares e profissionais, com gratuidade se doam ao serviço da catequese. Devemos a eles muito do que somos e vivemos como cristãos. Todos nós tivemos um dia um catequista, a começar de nossos próprios pais. Ao mesmo tempo apoiemos e encorajemos os que na comunidade assumiram um serviço, um ministério. Vamos rezar para que continuem sendo abençoados por Deus e vivam com fé e amor a vocação e missão recebida.
Fonte: CNBB e SAV - Serviço de Animação Vocacional
Dia do Padre - 04 de agosto
O Dia do Padre é comemorado em 04 de agosto, em homenagem a São João Maria Vianney, santo padroeiro dos sacerdotes. Filho de uma família de camponeses, o vigário nasceu no ano de 1786 num pequeno povoado francês chamado Ars. No seminário, embora fosse considerado um modelo de piedade, tinha dificuldade em acompanhar os estudos de filosofia e teologia.
Mesmo com a desconfiança de seus superiores, São João Maria Vianney recebeu a ordenação sacerdotal. Porém, o sacerdote não tinha autorização para confessar, pois era considerado incapaz de guiar os fiéis. No entanto, logo ele se tornou um dos maiores confessores da Igreja e o Padroeiro dos párocos.
São João Maria Vianney morreu aos 73 anos, em 4 de agosto de 1859. Antes de ser canonizado, pelo Papa Pio XI, a pequena cidade onde morava, Ars, já havia se tornado um centro de peregrinação.
O Padre é o homem que recebe o chamado para ser um servo de Deus, um sacerdote, um pai (padre) à semelhança de Cristo que amou e deu sua vida ao povo pobre, simples e marginalizado. Nunca hesita. Tudo aceita, confia e acredita em Deus e na sua Providência, e caminha seguro para missão que lhe é designada.
É o padre, que através do Evangelho, leva os homens a Deus, pela conversão da fé em Cristo. Por isso, são pessoas que consagram suas vidas para servir à comunidade, nos assuntos que se referem à fé em Jesus Cristo.
Sua missão é construir comunidades, entender a alma humana e perdoar os pecados, evangelizar, unir e alimentar a comunidade pela Eucaristia. Entenderam como diz Lucas 21, 15 “Eu vos darei eloqüência e sabedoria, às quais nenhum de vossos adversários poderá resistir nem contradizer”, e são verdadeiras testemunhas da fé, por sua oração, sacrifício e, coragem cristã.
Que Jesus Cristo nosso Senhor abençoe e conduza todos os sacerdotes no caminho de Deus nosso Pai.
Um grande abraço da equipe do site, ao nosso pároco padre Sandro, por seu exemplo de fé e dedicação ao seu sacerdócio e a nossa comunidade. Fique na paz de Jesus.
Fontes: http://www.diocesedejales.org.br/mensagens/mensagens_detalhes.asp?id=316
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/agosto/dia-do-padre.php
http://www.smartkids.com.br/datas-comemorativas/agosto/4/dia-do-padre.html
Missão Paroquial Nossa Senhora da Boa Viagem
Estivemos refletindo sobre aquela frase “Na Igreja de Cristo todo o batizado é missionário” e lembrando do que diz o Documento de Aparecida gerado a partir da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, sobre a iniciativa dos bispos em querer impulsionar, com o acontecimento celebrado junto a Nossa Senhora Aparecida no “espírito de um novo Pentecostes, uma renovação da ação da Igreja“, e ficamos emocionados quando pudemos participar do 1º Domingo Missionário do ano de 2009 da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, intitulado “Dia da Misericórdia”, no dia 22 de março deste ano.
Começamos o domingo participando da Missa de Envio, na Matriz Nossa Senhora da Boa Viagem, e após a Missa tivemos um momento de Formação dos Missionários com o objetivo de que todos falassem a mesma mensagem às famílias que seriam visitadas à tarde.
No início da tarde, nos encontramos na Comunidade Rainha da Paz, onde o Santíssimo Sacramento foi exposto e ficamos em adoração. As duplas foram separadas e receberam seus mapas e o material informativo da Paróquia e saíram em visitação enquanto alguns permaneceram em adoração e intercessão pelos missionários. Neste dia tínhamos 10 duplas. A mensagem central da visita era o Primeiro Anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo (Kerigma), mensagem esta, passada de maneira alegre e vivaz, seguida de um convite especial para a família ir até a igreja naquele instante, pois Jesus Sacramentado estava lá exposto à sua espera; foi orientado aos missionários também deixarem um panfleto informativo da Paróquia e da Comunidade local e também o convite para a festa do padroeiro local, encerrando a visita com uma oração com e por aquela família. Foi uma tarde maravilhosa! Estava calor, mas isso não desanimou ninguém. Havia integrantes de várias pastorais e movimentos envolvidas de coração nesse trabalho, embora a Equipe “Linha de Frente” fosse a Legião de Maria. Conseguimos visitar todas as ruas. O clima era de entrosamento e paz. Tínhamos comentado pela manhã que se uma só pessoa, deixasse o que estava fazendo e fosse até a igreja movida pelo convite e pela ação do Espírito Santo, já valeria toda a missão. O resultado foi que dez pessoas foram até a igreja passar a tarde com Jesus, além daquelas que solicitaram a visita do padre.
Já no dia 7 de junho realizamos o Domingo Missionário na Comunidade Santo Antônio. Neste dia houve uma variedade maior de pastorais e movimentos diferentes participando, a Equipe “Linha de Frente” foi a Renovação Carismática Católica, e tivemos 7 duplas visitando de casa em casa; tínhamos também a presença de nosso Pároco, o querido padre Sandro atendendo à confissões. A área desta Comunidade é uma área muito industrial, fato que diminui o seu público, mas não diminui o Amor de Deus para com os devotos de Santo Antônio, pois houve um fato interessante: Um casal que estava de passagem pela estrada, ao ver a igreja aberta, resolveu parar para visitá-la, pois eles são devotos de Santo Antônio e sempre iam às missas em Porto Alegre, numa paróquia do padroeiro Santo Antônio. Eles contaram ao padre que sempre passaram em frente a essa igreja e ela sempre estava fechada (pois só há missas no segundo e quarto sábados do mês), alguém tem dúvida que Deus abriu a Sua igreja naquele dia para esse casal?
Quem ficou em adoração relatou ter tido uma experiência maravilhosa com Jesus, experiência de louvor, entrega, silêncio, carinho, confiança; e através dessas pessoas Deus nos presenteou com um versículo do salmo: “Vou escutar o que diz Javé: “Deus anuncia a paz ao seu povo e seus fiéis, e aos que se convertem de coração“.” (Sl 85(84), 9).
Quem saiu visitando de casa em casa experimentou a misericórdia de Deus, a presença de Cristo e a ação do Espírito Santo em cada casa onde entrou e a maioria das famílias recebeu bem os missionários. Quando eles voltaram para a igreja, no final da tarde, puderam relatar como foi a experiência de levar a Igreja de Jesus para a rua, para as famílias. Percebemos que esta comunidade possui um bom número de não-católicos, os quais também receberam bem os missionários. Havia também várias famílias que deixaram de ir à Igreja por preguiça, mas que iriam voltar para a casa do Pai. No sábado seguinte pudemos notar alguns frutos do trabalho missionário, pois o público aumentou uma média de 40% de participação na missa.
CURSO DE FORMAÇÃO
Nos dias 20 e 21 de junho de 2009, aqui na Paróquia, irá acontecer o Curso do Primeiro Anúncio (Kerigma), o qual prepara o católico para as Missões (que a Igreja pede que sejam permanentes), oferecendo a ele fundamentação bíblica, argumentação para evangelizar com eficácia, e experiência pessoal da Boa Nova de Jesus Cristo. O curso inicia no sábado, dia 20/06, às 7h30 às 19h na Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e continua no domingo, dia 21/06, às 7h30 (na Paróquia N.Sra.Boa Viagem e termina às 20h ( com a Missa do Sim). O encerramento do curso com a “Missa do Sim”(de todos aqueles que, como Maria, disseram “sim” à missão) tem um sentido todo especial, pois Deus quer precisar de nós para levá-Lo até os confins da terra, e é o momento em que a comunidade conhecerá os missionários e poderá rezar unida a eles pedindo que a missão dê frutos. Este curso será promovido pela Escola de Evangelização e Formação Nossa Senhora da Boa Viagem em conjunto com membros da Comunidade Paroquial Nossa Senhora dos Anjos, de Gravataí, e é direcionado para membros de pastorais e movimentos de nossa paróquia, visando consolidar o “estado de missão permanente” que a Igreja (através de seus bispos no Documento de Aparecida) pede aos leigos. Por questões de local adequado, foram limitadas a, no máximo 50 cursistas, mas haverá outro Curso de Kerigma nos dias 26 e 27 de setembro de 2009, aberto ao público.
Obs.: as pessoas que não puderem fazer o Curso de Kerigma dos dias 20 e 21 de junho, estão convidadas da mesma forma a participarem do Domingo Missionário na Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no dia 28/06, pois essa área é enorme e precisamos de mais de 80 duplas, e essas duplas serão compostas por um missionário que fez o Kerigma e outro que não fez, portanto podem ficar tranqüilos.
Importante: No próximo dia 28/06/2009, teremos mais um Domingo Missionário, na Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Nos encontraremos na Missa de Envio às 8h, na Matriz Nossa Senhora da Boa Viagem. Após a missa, favor permanecer na igreja para as instruções; pois no Domingo Missionário da Comunidade Santo Antônio, o padre chamou os missionários para irem até o altar receber a Bênção de Envio, e foram até lá mais ou menos umas 40 pessoas, porém na hora que fomos passar as instruções, estávamos em 9 pessoas.
A partir do ano que vem (2010) a Pastoral do Primeiro Anúncio promoverá o Kerigma para os pais dos catequizandos e crismandos, como pré-requisito para seus filhos receberem os Sacramentos, com o objetivo de proporcionar às famílias uma experiência pessoal do Amor de Deus e da Salvação que Jesus nos trouxe.
Um abraço!
Luis Fernando Jardim e Michelle Jardim
Pastoral de Evangelização (Primeiro Anúncio)
“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada? Realmente, está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia inteiro; somos tratados como gado destinado ao matadouro (Sl 43,23). Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou. Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Rm 8,35-39)”.
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